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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

UM PARTO...




"UM PARTO NAS MONTANHAS DO PARQUE DO 
TUMUCUMAQUE "
  Essa distância é de 2.300km de avião a favor do vento 2h; contra o vento 2h30min de avião bimotor da cidade de Macapá/Amapá.

A Terra Indígena do Parque do Tumucumaque fica localizada a Oeste do Estado do Amapá no município de Laranjal do Jari e na região Norte do Estado do Pará, nos municípios de Monte Alegre, Almerim, Alenquer, Oriximiná e Óbidos com população de aproximadamente 2.192 indígenas, que possuem 4.266.852 hectares, divididos setoriamente entre, os indígenas Aparai e Wayana, de um lado, que habitam a Terra Indígena Parque do Tumucumaque e a Terra Indígena Rio Paru D'Este, ambas demarcadas em 1997 e homologadas pelo decreto 213 (DOU 04/11/1997).
De outro lado, os indígenas Tiriyó e Katxuyana, concentram-se na faixa ocidental da Terra Indígena Parque do Tumucumaque, ao longo dos Rios Paru de Oeste e Cuxaré, com algumas famílias compartilhando as margens do médio e alto curso do Rio Paru de Leste com os Aparai e Wayana.

Os Tiriyó são habitantes da região fronteiriça entre o norte do Brasil e o Suriname. Perfazem uma população de cerca de 1.700 indivíduos, dos quais 750 aproximadamente vivem no Brasil. Aqui eles habitam uma área na parte noroeste do Parque Indígena do Tumucumaque, caracterizada por campos, cerrados, matas e montanhas, no norte do Estado do Pará. Ainda hoje, o único meio de acesso à área é o avião, tendo em vista que não há estradas e os rios são muito encachoeirados.
INDICADORES
Ano

2000
2013
2030
POPULAÇÃO (em 01/07)
Total
499.329
734.996
983.304

Homens
254.710
371.063
493.707

Mulheres
244.620
363.933
489.597
NASCIMENTOS
17.271
15.914
14.695
ÓBITOS
2.679
3.024
4.739
Taxa Bruta de Natalidade (‰)
34,59
21,65
14,94
Taxa Bruta de Mortalidade (‰)
5,37
4,11
4,82
ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER (em anos)
Ambos
67,96
73,09
76,55

Homens
64,15
70,34
74,21

Mulheres
72,45
76,08
79,05
TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL-TMI (‰)
Ambos
29,43
23,88
20,50

Homens
32,30
24,28
20,88

Mulheres
26,46
23,47
20,10
Taxa de Fecundidade Total
3,88
2,42
1,70
ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO
**** (%)
6,21
9,05
29,34
Fonte: IBGE/Diretoria de Pesquisas. Coordenação de População e Indicadores Sociais. Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica.
Projeção da população do Brasil e Unidades da Federação por sexo e idade para o período 2000-2030.
**** ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO: POP 65 ANOS OU MAIS / POP 0-14 ANOS
Antes de fazer essa narração é bom explicar como fica distante da Capital Macapá a Missão Tiryós (PARQUE NACIONAL MONTANHAS DO TUMUCUMAQUE). O que me deixou muito curioso foi o fato em uma semana nascerem 04 crianças é um número considerado grande, sabendo que crianças (meninas) dão a luz muito cedo nas aldeias indígenas; mas conviver entre eles é reconhecer os costumes, cultura, hábitos e a maneira de ser de um povo.


UM PARTO NA MISSÃO
No dia 24 de Setembro de 2013 às 07h50min, nasceu ADONAY TIRYÓS, na aldeia NOTYPE, filho de MATILDE TIRYÓS, 23 anos e ADONIAS TIRYÓS, mais cinco irmãos. Matilde mãe do 5º. Filho; - “fomos avisados”, para ir até lá buscá-la, porque não tinha condições de ter em casa seu filho (ADONAY), chegando lá dona Matilde estava sentada dentro de uma armação de rede coberta por panos por todos os lados, foi logo diagnosticada que seu filho estava ATRAVESSADO EM SUA BARRIGA. 

O CAMINHO DO PARTO; DA SUA ORIGEM AO DESTINO
  
"A COZINHA DA CASA"




"A CASA DA MULHER/ÍNDIA"

"OS FILHOS ÍNDIOS"

 "AS DORES DO PARTO"
 
"O LOCAL AONDE ESTAVA A MULHER/ÍNDIA"


"O CAMINHO DO PARTO"










 

 
 

"O LOCAL DO PARTO"


 "TÁ CHEGANDO A HORA DO PARTO"

"JÁ NASCIDO"





" O CORTE DO CORDÃO UMBILICAL"







"O MOMENTO DA PESAGEM"

 


"A PRIMEIRA MAMADA E A VISÃO DO MUNDO NOS PEQUENOS OLHOS"


"A PLACENTA GUARDANDO VIDAS"




"O SORRISO DE MÃE/ÍNDIA"


Quando chegamos ao POSTO MÉDICO FREI GERVÁSIO STUECKER e que constatamos que Matilde estava sentindo dores desde a noite anterior e, Maria Luzia Dias foi logo pegando na barriga de Matilde, percebeu que o filho estava atravessado mesmo na barriga da mãe, tiveram que fazer uma manobra para que o bebê encaixa-se, ela pudesse ter um PARTO NORMAL digo um PARTO CEFÁLICO, em instante ou momentos de chegada ao posto médico, nasceu ADONAY TIRYÓS às 07h50min pesando 3,500 kg, com muita alegria e dor, Matilde por ter passado muito tempo até a hora do parto, ficou muito fraca.

A equipe que fez o parto foi:

  • IDALIANA TIRYÓS/PARTEIRA.
  • MARIA LUIZA DIAS/GER. DO PROJETO PARTEIRAS TRADICIONAIS DO ESTADO DO AMAPÁ.
  • MARCELO DOS SANTOS e sua ESPOSA SANDRA/ENFERMEIRO (a).
  • FOTOGRAFO: NONNATO RIBEIRO.

Após o parto os familiares de Matilde chegaram e sentiram muitas felicidades, na chegada da noitinha (18h30min) Matilde e toda sua família foi levada para sua casa, de carro da SESAI/MACAPÁ; pelo motorista Raimundo Nonato dos Anjos “FREIRE”, na companhia da Enfermeira Técnica Valdecira. Na manhã do outro dia, sabemos da noticia que Matilde não estava se sentindo bem, tivemos que ir buscá-la, e fazer alguns procedimentos médico que foi aplicação de soro com um complexo de vitaminas, ou seja, Matilde teve que ficar um dia inteiro em observação. Ainda no decorrer da semana nasceram, mas três crianças índias (três meninas e o ADONAY TIRYÓS). Outro parto foi de ROZILDA TIRYÓS nasceu às 18h15min, do sexo Feminino, pesando 3,300 kg, área do Tórax 49 cm, Cabeça 22 cm e Braço 11 cm, tendo como Pai IRINEU TIRYÓS.

A hora da PLACENTA é um Órgão formado no interior do útero grávido e que, por meio do cordão umbilical, estabelece a ligação do feto com a mãe, para alimentação, oxigenação e eliminação de gás carbônico e resíduos nitrogenados; TROFOSPERMA/s. m. (bot.); a porção do ovário que prende os óvulos. F. gr. Trophe (alimento) + sperma (semente).

Placenta prévia; Obst. Complicação na gestação, com o descolamento prematuro da placenta da parede na parte superior do útero e seu posicionamento junto ao colo do útero, com possível sangramento. Ou seja, não podemos imaginar um parto sem o liquido do alimento da vida e luz do parto humanizado.

No dia 26 de Setembro; numa manhã de sol intenso, fui caminhando até mais uma casa tiryós, já era hora de nascer mais uma criança indígena, desta vez o primeiro PRIMOGENITO de ERRINALDO, 19 anos de idade e NADIA, 19 anos de idade, ele soldado do 1º Pilotão Especial de Fronteira do Exército Brasileiro, um jovem casal de índio. Uma casa na aldeia Amanã, dentro da Missão Nova Tiryós; Nadia demonstrando o sentimento da dor preste a acontecer o momento do partejar estava lá a PARTEIRA indígena Idaliana Tiryós e Maria Luzia Dias.

Numa tempestade vida sabemos que as dificuldades são muitas, se tratando de uma área inóspita (Diz-se de lugar que não oferece condições para se viver). E cheia de MONTANHAS e tendo como demonstrativo uma diversidade de altos e baixos na sua conjuntura de vida.

Oferecer a dádiva do mundo é superar a dor que, mas tarde se transformaria em EGO da felicidade para mãe criadora desta dádiva da superação olha-se para seu filho e começa-se a sorrir e ao mesmo tempo sentir o alívio do nascimento. O prazer em vê e, estar na hora e no lugar certo é sem sombra de dúvida, sentir o sentimento do CHORAR que demonstra a sutileza do corpo vindo ao dar a luz.

Mas o que vocês irão ver nas fotos e o percurso de um parto bem sucedido e esperado por todos.

ARQUIVO/POSTAGEM: PROFESSOR/PESQUISADOR:NONNATO RIBEIRO
FOTOS: NONNATO RIBEIRO




sexta-feira, 20 de setembro de 2013

MATERNIDADE DE PARTO NORMAL

MATERNIDADE

Condição de mãe [Cf.: paternidade

Laço de parentesco que liga a mãe a seu(s) filho(s) [Cf.: paternidade.].

Hospital ou clínica para atendimento de mulheres grávidas, realização de partos e primeiros cuidados com recém-nascidos.

Em um hospital, setor de assistência a mulheres grávidas, parturientes, lactantes e recém-nascidos.

 [F.: Do lat. medv. maternitas,atis.]


Vossa maternidade   

Forma de tratamento para com religiosas que são madres.

 

PARTURIENTE

Diz-se de mulher ou animal que está prestes a parir, em trabalho de parto, ou que acaba de parir.
Essa mulher ou esse animal. 



GRAVIDEZ

Estado da mulher, e das fêmeas em geral, em que o feto se desenvolve dentro da mãe; PRENHEZ; GESTAÇÃO
 

Falsa Gravidez  

Obst.  Ver Gravidez imaginária. 


Gravidez Abdominal  

Obst.  Implantação e gestação de ovo (óvulo fecundado), ou blastocisto, na cavidade abdominal. 


Gravidez Cervical  

Obst.  Implantação e gestação de ovo (óvulo fecundado), ou blastocisto, no colo (cérvice) do útero. 


Gravidez Ectópica  

Obst.  Implantação e gestação de ovo (óvulo fecundado), ou blastocisto, fora do útero. 


Gravidez Nervosa  

Obst.  Gravidez imaginária, com supostos sintomas de gravidez observáveis na mulher. 


Gravidez Ovariana 

Obst.  Implantação e gestação de ovo (óvulo fecundado), ou blastocisto, em ovário.   

 


ARQUIVO: POSTAGEM/PROFESSOR-PESQUISADOR: NONNATO RIBEIRO

IMAGEM: ARQUIVO GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ

SECRETÁRIA DE COMUNICAÇÃO - SECOM


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

QUEM É ESSA PARTEIRA

OS ARQUIVOS DE UMA PARTEIRA
MUNICÍPIO DE MAZAGÃO-AMAPÁ/BRASIL












ARQUIVO: POSTAGEM/PROFESSOR-PESQUISADOR: NONNATO RIBEIRO
MATERIAL: SCANNEADO/SRA. PARTEIRA:

ASSINA: Parteira Maria Raimunda Piedade Queiroz da Câmara

UMA HISTÓRIA E UM PARTEJAR



O PARTO...
E SEUS RUMOS...
COMO ERA FEITO OS PARTOS ANTIGAMENTE...

Quando uma mulher ficava grávida, o marido dela ia pedir para o marido da parteira para ela ir fazer o parto da sua esposa. Logo que entrasse no mês para ganhar o neném, a parteira pedia para mulher grávida comprar vários tipos de remédio caseiros como: alfazema, alecrim, sena, salva de Marajó, tabaco, alho, azeite de andiroba, vinho e uma garrafa de cachaça esses remédio eram para fazer a TEMPERADA depois do parto e, mas alguns remédios como: abuta, quina, casca da ventosa, alfazema, alecrim, sena, salva de Marajó, arruda, palha de alho, mel de abelha, casca da verônica, folha de marcela e casca de ananim, junto com outros remédios citados para fazer a TEMPERADA para tomar depois do parto e os remédio, alfazema, tabaco, azeite de andiroba e três dente de alho é para fazer a fricção para PUXAR a mulher durante oito dias e colocar no UMBIGO do bebê durante 8 dias e colocar também o PENSO durante um mês.
  A mulher grávida às vezes ela sentia muitas dores, mas ainda não era para ganhar seu bebê. A parteira fazia BANHO MORNO DA CINTURA PARA BAIXO para tirar a friagem da mulher grávida. O banho era feito com os seguintes remédios folha da graviola, folha da manga amarela e folha do café, porque as mulheres de primeiro trabalhavam muito elas GAPUIVÃO, faziam farinha, riscavam seringa iam para roça ajudar os seus maridos, chova muito e elas ficam o dia inteira molhada por isso que pegavam FRIAGEM, às vezes elas sentiam muitas dores, mas não era para ganhar seu bebê. Quando o marido da mulher grávida ia buscar a parteira e quando ela chegava à casa da grávida, a parteira ia examinar quer dizer, fazer o TOQUE para ver com quantos CENTIMETROS ele o bebê estava, se as dores estavam muito ESPAÇOSA para o bebê nascer a parteira fazia um CHÃ de 3 pimenta-do-reino, a raiz da chicória, a folha da pimenta da malagueta e a semente do quiabo e, dá o CHÃ morno para paciente tomar. Depois para as dores aumentar mais as dores fazia um chã bem forte de GENGIBRE para espertar as dores do paciente ou um CARIBÉ para espertar as dores da paciente ou um CARIBÉ com bastante manteiga e dá para a paciente começa aumentar as dores do parto. Assim que o bebê nasce a parteira espera cinco minutos para nascer a PLACENTA, quando nasce a parteira manda a paciente dizer “MINHA SANTA MARGARIDA EU ESTOU PRENHA, NÃO ESTOU PARIDA TIRA-ME ESTA PALHA DA MINHA BARRIGA” a, parteira manda a paciente dizer três vezes, manda também o paciente soprar em uma GARRAFA SECA também a parteira pegar um dente de alho, soca o alho e passa no cordão do umbigo que vem na PLACENTA sair, depois dela sair a parteira limpa logo a paciente forra e manda logo ela fechar as pernas e ficar deitada de lado e vai cuidar do bebê.
 A parteira manda o marido cavar no todo do esteio da casa e enterrar a placenta. A partir daí a parteira vai cortar o UMBIGO, medindo três dedos e amarrar com um cordão bem limpo ESTERELIZADO e, depois mandar esquentar uma água morna e coloca três pingos de cachaça para dá o banho no bebê, depois coloca a fricção que já está pronta dá alfazema torrada, tabaco torrado, três dente de alho batido e o azeite de andiroba no umbigo do bebê, e coloca o PENSO para não pegar vento no umbigo do bebê. E também a mão do bebê é puxada com essa fricção durante oito dias pela manhã e pela tarde e puxada todo o corpo da mulher a parteira a manda ficar deitada de lado e senta na escadeira dela, de um lado e de outro; a partir daí a paciente começa tomar ÁGUA INGLESA dentro de 8 dias sendo antes do café, antes do almoço e antes da janta. A parteira defumava o colírio do bebê com alfazema. A parteira ia pedir para alguma mulher que estivesse (com o) amamentando para dá mama para o bebê que acabou de nascer, até a mãe de ela criar leite essa pessoa era chamada “MÃE DE MAMA”. A criança era colocada num BALAIO cheio de pano de rede que elas faziam o forro do balaio, uma espécie de colchão. A tesoura que era cortada o umbigo do bebê era colocada no berço do balaio do bebê para não custar cair o umbigo do bebê. As camisinhas dos bebês eram feitas pelas suas mães de ROUPA RESADA e costurada com agulha a mão. A parteira não podia comer pimenta durante oito dias, também eram defumados os CUEIROS com alfazema durante oito dias.
 A parteira mandava o marido tirar a casca do TABEREBÁ, manga, VERÔNICA e caju junta todas essas cascas e faz o banho de ASSEIO, quando o banho tiver frio soca a PEDRA UME e põem dentro do banho do asseio da mulher parida para ele se assear oito dias. As pessoas eram proibidas a entrar no quarto da parida durante oito dias principalmente aquelas pessoas que iam para o mato, rio e outros. Eram separadas as louças da parida ficava tudo dentro do quarto, a água, a farinha, tudo que fosse da paciente era separado só ela podia suar até terminar o resguarde. Quando a parida saísse do quarto tinha que amarrar um pano na cabeça para não pegar vento, se viesse chuva ia para dentro do quarto a mãe e o filho isso acontecia até terminar o RESGUARDE. Depois dos oito dias a mãe podia lavar os CUEIROS, mas não podia torcer só apenas machucar para não dá dor no corpo do bebê, e os cueiros só podiam ficar no sol até às 15h; depois tinham que tirar porque a lua pega nos cueiros, se a lua pegar nos cueiros tinha que fazer três BENZIDAS com BENZEDORES DIFERENTES era feita da seguinte maneira: a primeira defumação com a palha da biqueira da casa e o talo da mandioca mole e a alfazema e faz defumação para o bebê e os cueiros. Caso contrário o bebê ficava fazendo coco verde. A segunda e a terceira benção eram os mesmo ingredientes, mas o benzedor diferente.
Quando a mulher paria o marido tinha que fazer um banquinho alto para colocar o bacio em cima para a parida não pegar vento e também para ela não se abaixar. A comida da parida não podia ser REMOSA ela só podia comer GALINHA CAIPIRA, CARNE DE BOI COMUM, PEIXE ESCOLHIDO, o peixe só depois de oito dias, e os temperos eram alho, sal, chicória e a pimenta e o CUMINHO. Não podia comer ARROZ, FEIJÃO, BACABA, CAÇA DO MATO. O Açaí podia tomar a vontade, mas só se fosse do mesmo dia.
Hoje em dia o parto mudou muito e eu como PARTEIRA preciso ter, mas conhecimento sobre as novas mudanças que ocorreram no decorrer dos anos. Fiz um treinamento a muito tempo atrás mas o meu KIT DE MATERIAL não presta mas, gostaria adquirir mas treinamentos e receber novos materiais.

ARQUIVO: POSTAGEM/PROFESSOR-PESQUISADOR: NONNATO RIBEIRO
DEPOIMENTO DE PARTEIRA: MUNICÍPIO MAZAGÃO/COMUNIDADE QUEIROZ
ASSINA: Parteira Maria Raimunda Piedade Queiroz da Câmara